Seu time registra o ponto no celular que já está no bolso. Segura o botão e acabou. E você fecha o mês em minutos, sem planilha, sem papel e sem discussão.
Nada de relógio caro na parede, manutenção ou bobina de papel acabando na sexta.
Um botão grande no celular. Quem não tem celular bate no tablet da recepção, com matrícula e PIN.
Horas extras, faltas e atrasos somados. Sai em PDF ou Excel pro seu contador.
Nome, CPF e o horário de trabalho de cada um. Uma tarde e está no ar — sem técnico, sem instalação.
Pelo celular ou no tablet da recepção. O funcionário vê as próprias horas e recebe o comprovante de cada batida.
Escolhe a competência e o relatório sai pronto, com as horas e o custo em reais. É só mandar pro contador.
Nada de sistema empresarial cheio de menu. Cada pessoa vê só o que precisa.
Um tablet configurado uma vez atende a equipe inteira. Digita a matrícula, digita o PIN, pronto.
Escolhe o mês, clica em gerar. As horas de todo mundo somadas, com o custo das extras em reais.
Ponto eletrônico tem regra do Ministério do Trabalho. O PontoSnap foi feito por ela — você não precisa entender de nada disso, só saber que está resolvido.
É a norma que diz como o ponto eletrônico tem que funcionar. O sistema segue o formato que ela exige, do jeito que ela exige.
O fiscal pede o arquivo do período e o RH baixa ali mesmo, assinado com o certificado digital da sua empresa.
Nem o RH, nem nós. Corrigir um ponto cria um registro novo e o original continua lá. É isso que te protege numa discussão.
LGPD levada a sério: cada empresa isolada da outra, e cada funcionário enxerga só o próprio ponto.
Software registrado no INPI: o número do registro vai dentro de cada arquivo gerado — é assim que o fiscal liga o arquivo ao programa que o produziu. Destinado ao registro de jornada de empregados CLT.
A gente mostra o sistema com os horários e a escala da sua empresa. Leva 20 minutos.